Dias depois do Vox Populi provar saudade que Brasil sente de Lula, Datafolha escancara arrependimento de quem trocou ex-ministro consagrado pelo despreparado ex-deputado
Prestes a completar um ano, a disputa eleitoral de 2018 ainda reverbera de maneira espantosa na avaliação dos brasileiros que foram às urnas sob contexto inédito na história do país. Influenciados pela produção em massa de fake news e impedidos de votar no franco favorito a vencer o pleitoem todos os cenários, os eleitores que optaram por Jair Bolsonaro (PSL) demonstram profundo arrependimento diante do trágico cenário político em curso.
As consequências dos catastróficos oito primeiros meses do atual governo são sintomáticas: dois dias depois da pesquisa Vox Populi revelar que, para 62% dos trabalhadores e trabalhadoras,durante os governos de Lula havia“melhores condições de vida: emprego, maior renda, menor inflação e acesso a bens”, outro levantamento deixou claro que o eleitor desavisado hoje optaria por Fernando Haddad em detrimento ao representante do neoliberalismo entreguista e subserviente.
Segundo uma pesquisa do Datafolha, publicada nesta segunda-feira (2), se o segundo turno da eleição para presidente da República fosse neste momento, Haddad seria eleito com 42% dos votos, contra 36% de Bolsonaro.
Mais do que mera avaliação hipotética, os dados revelados pelo instituto de pesquisa reiteram o profundo descontentamento gifsex.blog da população com um governo que retira direitos a toque de caixa, descumpre a promessa de renovação na política lançando mão de práticas ultrapassadas, destrói a soberania nacional, a Amazônia, e ataca violentamente adversários políticos, movimentos sociais, minorias, negros, índios e mulheres. Em suma, um quadro anticivilizatório por completo.
Tanto que, segundo a mesma pesquisa, a reprovação do presidente subiu de 33% para 38% em relação ao levantamento anterior do instituto, feito no início de julho, Mas não só. Ao avaliar ponto a ponto, a imagem do atual mandatário da República está em ruínas em diversos aspectos – 1/3 das 2.878 pessoas ouvidas, por exemplo, acham que a sua postura não condiz com a de um presidente.
Queremos educação municipal com mais qualidade! Mas isso só será possível com respeito à dignidade humana, com respeito aos nossos profissionais
O Vereador Professor Gilmar Santos, do Partido dos Trabalhadores (PT), junto ao Mandato Coletivo, vem expressar solidariedade às professoras e professores contratados do Município de Petrolina, demitidos pela gestão do Prefeito Miguel Coelho e da Secretária Margareth Costa, de forma desrespeitosa, desumana e irresponsável, nos últimos dias do mês de Agosto.
Os relatos atestam para situações em que profissionais souberam da demissão através de colegas que lhe deram a notícia na escola, sem qualquer mediação da gestão; outros foram demitidos durante plena aula, levando estudantes à comoção; até uma professora que estava de licença maternidade e retornava ao trabalho passou por esse constrangimento. Há diversos outros relatos de humilhações promovidas por servidores da Secretaria de Educação contra essas profissionais.
A gestão justifica as demissões afirmando que está “reorganizando o quadro de funcionários” e que “as adequações estão sendo feitas de acordo com a legislação” para garantir mais professores efetivos no quadro.
Mesmo considerando possível legalidade, o nosso mandato lembra que não é dessa forma imoral e insensível que se trata educadoras e educadores que dedicam suas vidas para o desenvolvimento das nossas crianças, mesmo quando trabalham em condições precarizadas e sem a devida estabilidade. Seria bastante razoável aguardar até o final do ano para realizar essas adequações ou utilizar uma abordagem menos constrangedora.
O vereador Gilmar Santos recebe a notícia com profunda indignação e reafirma o compromisso de continuar lutando pela valorização dos profissionais da educação, independente do tipo de vínculo que esses firmaram com a gestão. Queremos educação municipal com mais qualidade! Mas isso só será possível com respeito à dignidade humana, com respeito aos nossos profissionais. A Educação exige Respeito!
“A secretária está correta ao atribuir o agravamento dos problemas da saúde pública à crise pela qual passa o país. Ela só se esqueceu ou não quis dizer é que a força política do governo municipal, a exemplo do senador Fernando Bezerra e do deputado Fernando Filho, votou a favor da PEC que congela os investimentos da saúde por 20 anos”, pontuou o parlamentar
Foto: Ângela Santana
O vereador
professor Gilmar Santos (PT) participou, nesta sexta-feira (30), da audiência
pública de apresentação do 1º Relatório Detalhado Quadrimestral (RDQ) de 2019,
pela Secretaria Municipal de Saúde de Petrolina, referente à prestação de
Contas do período de janeiro a abril deste ano. O balanço foi apresentado pela
secretária Magnilde Albuquerque.
Na ocasião,
Gilmar apresentou à secretária graves problemas na área da saúde, oriundas de denuncias apresentadas ao Mandato
Coletivo tanto em visitas às comunidades e às unidades básicas de saúde, quanto
no gabinete parlamentar. Dentre essas queixas, está a situação dos Residenciais
Vivendas I e II, que não tem equipamento público de saúde e dos bairros Dom
Avelar e São Joaquim que, a partir da
organização do atendimento elaborada pela gestão municipal transferiu pessoas
de 11 ruas do Dom Avelar para serem atendidas na Unidade do bairro São Joaquim,
que além de ser muito distante das residências não possui condições adequadas para
um atendimento de qualidade, tais como médico efetivo, salas para os diferentes
tipos de atendimento (vacinas, curativos, consultas etc), atendimento
pediátrico e odontológico.
Em sua participação, o vereador informou que foi até o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) apresentar Representação que exige a tomada das providências necessárias para que a população do bairro Dom Avelar seja atendida integralmente na Unidade Básica de Saúde do bairro, bem como a melhoria de condições para o atendimento na Unidade do São Joaquim.
Ao responder os
questionamentos do vereador, Magnilde fez menção à crise econômica/política que
atravessa o país para justificar os problemas na área da saúde do município e
defendeu a qualidade e avanço dos serviços que vem sendo prestados. Além disso,
culpabilizou a gestão anterior pela forma como deixou a saúde do município,
entre elas a ausência de equipamentos de saúde nos Residenciais do Minha Casa,
Minha Vida, a exemplo do Vivendas.
Diante do posicionamento da secretária, questionamos ao vereador se achava plausíveis os argumentos apresentados pela gestora, ao que ele respondeu: “a Secretária está correta ao atribuir o agravamento dos problemas da saúde pública à crise pela qual passa o país. Ela só se esqueceu ou não quis dizer é que a força política do governo municipal, a exemplo do senador Fernando Bezerra e do deputado Fernando Filho, votou a favor da PEC que congela os investimentos da saúde por 20 anos. Eles são os grandes responsáveis por esse agravamento. E mais, é importante que ela e sua equipe vá debater diretamente com a população as demandas da sua pasta. Com certeza vai encontrar realidade bem diferente do que aponta os seus relatórios”.
Ao se referir sobre a fala da secretária quanto aos Residenciais do MCMV, o vereador acrescentou: “criticar a gestão anterior por não ter cumprido suas responsabilidades sobre os Residenciais do MCMV não pode justificar a falta de investimentos da gestão nessas comunidades. Ora, quando foi para construir grandes obras, a exemplo da duplicação da Sete de Setembro, a força política funcionou e a obra saiu em meses. Por que não usaram essa mesma força durante esses dois anos e meio para a construção de unidades de saúde nessas comunidades tão carentes”.
Rogério Silva| Foto: Hyarlla Wany
A audiência
também abriu espaço para participação popular onde algumas lideranças
comunitárias, a exemplo de Pedro Japão, presidente da associação dos moradores
dos bairros Mandacaru e Parque Mandacaru, e Rogério Silva, comunitário do
bairro Dom Avelar. Japão cobrou da secretária mais atenção para a melhoria do
atendimento da UBS do bairro Mandacaru que, segundo ele, ainda deixa muito a
desejar. Já Rogério Silva ratificou as denúncias do vereador Gilmar com relação
às mudanças feitas pela secretaria no atendimento do bairro Dom Avelar, deslocando
moradores de 11 ruas do bairro para serem atendidos na unidade do bairro São
Joaquim.
“Existem moradores
de ruas que estão apenas a 300 metros da unidade de saúde do bairro Dom Avelar e
que agora tem que se deslocar quase 4 mil metros de distância em ruas intransitáveis,
de difícil acesso e correndo risco de assalto, além dos cadeirantes e idosos
com problemas de locomoção, para serem atendidas na Unidade de Saúde do São
Joaquim”, pontuou.
Os vereadores da
bancada governista defenderam a secretária e criticaram as cobranças do
vereador Gilmar Santos, porém, contraditoriamente, apontaram uma série de
problemas e pediram providências imediatas à gestora.
Ao final, a
secretaria reconheceu os problemas dos bairros Dom Avelar e São Joaquim,
denunciados por Gilmar, e se comprometeu em fazer as devidas correções.
A companhia foi premiada pela peça Chico e Flor contra os monstros da ilha do fogo, no 1º Prêmio Roberto de França Pernalonga de Teatro
Na manhã desta quinta-feira (29), o vereador professor Gilmar Santos (PT) apresentou o requerimento Nº 263/2019 que solicita “MOÇÃO DE APLAUSOS” à Companhia Biruta de Teatro, pela premiação recebida no 1º Prêmio Roberto de França Pernalonga de Teatro, em Recife, com a peça Chico e Flor contra os monstros da ilha do fogo.
Premiada na categoria “Espetáculo para a Infância e Juventude”, a peça narra a história do barqueiro Chico que viaja pelo rio São Francisco à procura da sua família, e da corajosa Flor, sua companheira de aventuras. A peça apresenta a poética de vivência com o Rio e o seu entorno a partir das lendas ribeirinhas e de uma narrativa de aventura e superação que tem como pano de fundo a relação que o ser humano estabelece com a cultura e a natureza, fundamentada na criação de elementos fantásticos e mágicos como modos de explicação, elaboração e transformação de mundo.
No
palco, a história ganha vida com as atuações de Juliene Moura e Antônio
Veronaldo (que também assina o texto e a direção do espetáculo), e a criação
cenográfica com Uriel Bezerra. A Iluminação tem concepção de Carlos Thiago e
execução de Deborah Harummy, trilha sonora e sonoplastia de Moesio Belfort e Carlos
Hyuri. A equipe técnica conta ainda com Camila Rodrigues, Letícia Rodrigues e
Cristiane Crispim.
Desde
a sua estreia, em maio de 2015, o espetáculo vem participando de festivais
relevantes para a cena artística voltada para as crianças. Entre os principais
eventos e premiações estão o 11º Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira
de Santana – Fenatifs (Bahia, 2018); a III Mostra Internacional de Teatro da
Paraíba (Sousa, 2017); o 23º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos (Festival
Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco, Recife – PE, 2017), no qual foi
indicado a 7 prêmios e ganhou 3 (melhor trilha sonora, melhor iluminação
e melhor atriz); o II Festival de Teatro Wellington Monteclaro (Juazeiro – BA,
2017), onde foi premiado na categoria de melhor atriz e escolhido o segundo
melhor espetáculo.
“Compartilhamos da alegria por esse reconhecimento que os companheiros e companheiras da Cia Biruta conquistaram através dessa premiação. O espetáculo Chico e Flor é uma verdadeira aula sobre a importância de defendermos o Rio São Francisco e o nosso Ambiente de maneira geral. Não são apenas atores, produtores culturais, mas pesquisadores que transformam informações sobre os desafios da nossa realidade social em arte. É necessário que o poder público municipal se faça mais presente com políticas públicas que efetivamente valorizem e democratizem produções dessa natureza. O Mandato Coletivo assume essa luta junto aos nossos artistas. Esperamos que a gestão municipal assuma da mesma forma. Parabéns à Cia Biruta e que venham novas conquistas”, disse Gilmar.
*O requerimento foi aprovado por 16 votos, com abstenção do vereador Gilberto Melo (PR).
“Essa representação faz parte do compromisso que assumimos pela luta em defesa de direitos da nossa população”, disse.
Foto: Antônio Carvalho
O vereador professor Gilmar Santos (PT) apresentou ao Ministério Público, nesta quarta-feira (28), uma representação – com base nos artigos 1º a 3º, 5º, 6º, 23, II, 37, parágrafo 6o, 127 a 129, 196 a 198 da Constituição Federal, artigos 2º, 4º, 6º, I, 7º, I e II e da Lei 8080/1990, e na portaria nº2.436/2017- requerendo ao MP as providências necessárias para que a população do bairro Dom Avelar seja atendida integralmente na Unidade Básica de Saúde do bairro. Além disso, exige melhores condições para o atendimento na Unidade de Saúde do bairro São Joaquim.
Foto: Hyarlla Wany
Na última
sexta-feira, 23 de agosto, o parlamentar participou de uma reunião com os
moradores do bairro Dom Avelar para conversar com a comunidade e ouvir suas
demandas. A principal reclamação é sobre a organização do atendimento elaborada
pela gestão municipal que transferiu pessoas de 11 ruas do Dom Avelar para
serem atendidas na Unidade Básica de Saúde do bairro São Joaquim, muito
distante das residências e sem as condições necessárias para um atendimento de
qualidade. Dessa forma os moradores do Dom Avelar, principalmente, idosos,
pessoas com deficiência e aqueles com alta vulnerabilidade social são os mais
sacrificados.
Tal arranjo
foi definido após um recenciamento feito pela Prefeitura, para que fosse
definida a área de atuação de cada unidade de saúde, nesse momento ficou
definido que a unidade do São Joaquim passaria a ser responsável por mais 11
ruas do bairro Dom Avelar: Rua motivação, Rua Mansidão, Rua Renascer, Rua
Serenidade, Rua Retorno, Rua Resistência, Rua Turmalina, Rua Mensagem, Rua
Esperança, Rua Perseverança, Rua Titânio.
De acordo
com a portaria 2.436, de 21 de setembro de 2017, cada equipe de Atenção Básica
deve ser responsável por no máximo 3.500 pessoas dentro do seu território de
atuação, para que haja a garantia dos princípios e diretrizes da atenção
básica. Ocorre que, só a população do bairro São Joaquim é de aproximadamente
4.200 pessoas, somados às cerca de 1.000 pessoas do bairro Dom Avelar que passaram
a ser atendidas nessa unidade, ultrapassa o número preconizado pela citada portaria.
Além disso, a portaria estabelece que cada Agente Comunitário de Saúde (ACS) deve
acompanhar 750 pessoas. A Unidade do São Joaquim conta com apenas 3 ACS, ou
seja, três a menos do previsto.
Durante a
reunião, a comunidade apresentou outras queixas sobre a Unidade do São Joaquim:
ausência de atendimento de médico pediatra e dentista; falta de salas para
atendimentos (vacinação, curativos etc.) que de acordo como estabelecido na
portaria nº 2.436/2017 devem ter espaços físicos individualizados; ausência de
médico efetivo e de segurança; e a dificuldade para o acesso à unidade, uma vez
que não existem linhas de ônibus que atendam o local.
É obrigação
dos entes federados garantir o acesso à saúde para toda a população. Guardadas
as devidas responsabilidades é fundamental que cada um desses entes cumpra com
suas atribuições para que o sistema de saúde funcione e que os indivíduos, em
especial os mais vulneráveis, possam ter o direito fundamental à saúde
resguardado.
“Essa representação faz parte do compromisso que assumimos pela luta em defesa de direitos da nossa população. Nesse caso específico, queremos a garantia do direito à saúde para as comunidades do Dom Avelar, do São Joaquim e demais comunidades atendidas nessas unidades. Lamentamos a postura autoritária do governo ao não ouvir as constantes solicitações do Dom Avelar desde o mês de março desse ano. Exigimos que a gestão atenda essas solicitações para que uma nova equipe de saúde seja encaminhada ao bairro e que os seus moradores sejam atendidos na unidade da própria comunidade. Bem como, exigimos que melhorem as condições da unidade do São Joaquim. Essas comunidades já vivenciam muitas negações de direitos. O direito à saúde é fundamental e urgente. Exigimos que sejam garantidos e esperamos que o Ministério Público, que atua como guardião da lei, cumpra o seu papel”, afirmou Gilmar.
As visitas fazem parte da agenda propositiva da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara Municipal
Foto: Antônio Carvalho
Os vereadores Gilmar Santos e Paulo Valgueiro cumpriram na manhã desta quarta (28), a agenda propositiva da semana da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara Municipal de Petrolina. Nesta manhã visitaram o CREAS, no Bairro Palhinhas, e deram sequência ao cronograma semanal que começou na segunda (26) quando estiveram na Cadeia Feminina. Uma agenda de visitas as instituições foi definida entre os integrantes da Comissão no último dia 14. Eles discutiram e revisaram a agenda da Comissão, fizeram encaminhamentos e planejaram novas demandas.
Na visita ao CREAS (Centro de Referência Especializada de Assistência Social), os vereadores observaram as ações desenvolvidas pela instituição que atualmente acompanha cerca de 50 crianças e adolescentes que sofreram violação de direitos e mais de 240 idosos que também tiveram seus direitos violados. No entanto, Petrolina conta apenas com uma unidade dos serviços e duas equipes para atender a demanda da sede e do interior do município. As equipes são compostas de dois psicólogos, dois assistentes sociais, dois advogados e dois educadores sociais, número insuficiente para atender um município com mais de 300 mil habitantes.
Mesmo com a dedicação humanizada dos profissionais, a instituição atravessa alguns problemas para realização dos trabalhos diariamente. Uma das solicitações é a presença da Guarda Municipal, principalmente durante a realização dos cursos e oficinas socioeducativas. Outra necessidade observada, é a necessidade urgente de mais uma unidade do CREAS em Petrolina, com a inserção de mais equipes e a instalação da sede em um local mais acessível às comunidade usuárias.
“Como agentes públicos e integrantes da CDHC estamos visitando às instituições municipais para conhecermos e avaliarmos como podemos ajudar na melhoria dos serviços”, disse Gilmar, presidente da Comissão.
O relator da Comissão, Paulo Valgueiro, frisa a importância dos serviços de assistência social estarem funcionando a contento da população. “Esses profissionais precisam estar em plenas condições de atender a necessidade de um público que necessita de assistência e acompanhamento. É um trabalho de formiguinha e que transforma a sociedade para melhor. Vamos continuar acompanhando de perto e cumprir nosso papel de legislar, contribuindo para a melhoria desses serviços tão importantes para a nossa sociedade”.
O CREAS é uma unidade pública da política de Assistência Social onde são atendidas famílias e pessoas que estão em situação de risco social ou tiveram seus direitos violados. Em Petrolina, segundo relatório apresentado pelos profissionais da unidade, a incidência maior são casos de crianças que sofrem de negligência, adolescentes que sofrem de abuso sexual e uso de substâncias psicoativas, e idosos acometidos de violação de direitos (abuso financeiro e violência psicológica).
Visita à Cadeia Feminina
Os integrantes da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores de Petrolina visitaram a Cadeia Pública Feminina de Petrolina na última segunda-feira (26). Os vereadores Gilmar Santos e Paulo Valgueiro avaliaram as condições privadas de liberdade no município. Segundo eles, é preciso melhorias no espaço físico da carceragem, sobretudo para uma melhor assistência à saúde das internas.
A sugestão dos vereadores é que seja criada uma rede de solidariedade pra garantir os serviços de saúde para as internas.
“A forma como as ações vem sendo planejadas é incoerente e desrespeita a participação popular”, disse o parlamentar
Foto: Hyarlla Wany
Após a sessão plenária desta terça-feira (27), aconteceu na Câmara Municipal uma audiência pública, solicitada pela secretaria executiva de Planejamento e Gestão, para discutir as propostas para elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), exercício 2020.
Durante a audiência, o vereador professor Gilmar Santos (PT) criticou a forma como governo municipal está construindo a Lei. Para o parlamentar, o ideal seria que a audiência tivesse acontecido antes dos vereadores apresentarem suas emendas, pois, dessa maneira seria possível ouvir a população, compreender suas reais necessidades e buscar, através dessas emendas, uma solução para os problemas; diferente do que foi apresentado pelo executivo.
“Essa audiência foi bastante desrespeitosa com o princípio da democracia, pois, ela foi realizada sem a mobilização da população, o povo não estava sabendo. Se tratando da LDO, que é uma espécie de carta de intenção do governo sobre as politicas públicas necessárias de enfrentamento aos problemas vivenciados pela nossa população, era muito importante ouvi-la, para que os vereadores pudessem debater junto à comunidade e, a partir do que fosse colocado, desenvolver suas emendas. Porém, nós já apresentamos as emendas, a Câmara Municipal, através do oficio 188, estabeleceu o prazo até 20 de agosto para entrega das emendas e só agora nós temos uma audiência, ou seja, é totalmente incoerente, e desrespeita a participação popular. O ideal era ter audiência publica e em seguida a construção das emendas” afirmou.
Além disso, o edil apontou a falta de compromisso do governo com um novo projeto, pois, segundo ele, as diretrizes, as prioridades que o governo apresenta na LDO esse ano são basicamente cópias das de 2017 e 2018, ou seja, as ações que o governo havia apresentado não foram desenvolvidas – já que se repetem nesse documento- e refletem despreparo e falta de atenção na elaboração da Lei.
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei 101/2000) a gestão deve apresentar e prestar contas dos relatórios fiscais do município a cada quadrimestre. No entanto, isso não vem sendo cumprido. “O governo fala de gestão democrática, mas os relatórios sobre a realidade fiscal do município, os investimentos dos recursos públicos que deveriam estar sendo apresentados aqui a cada quadrimestre, nunca foram apresentados em nenhuma audiência pública; então nós solicitamos à secretária que esse debate seja feito com a câmara municipal para que a população tome conhecimento sobre como esses recursos públicos estão sendo utilizados”, cobrou o parlamentar.
A LDO e a LOA tem como finalidade orientar a elaboração dos orçamentos fiscais, estabelecer metas e prioridades para o ano seguinte, no caso 2020. Por essa razão, é importante que a gestão cumpra os prazos para que a população se informe e participe de maneira efetiva da construção da lei colocando as suas prioridades e necessidades.
Pouco menos de 10 lideranças comunitárias estiveram presentes na audiência. Três usaram o microfone para reivindicações.
“Valorizamos os poucos que se fizeram presente e participaram . Mas gostaríamos que a gestão tivesse mobilizado muito mais. Quando é do interesse do senhor prefeito, alguns eventos estão lotados. Gostaríamos que se fizesse o mesmo esforço para a discussão da LDO e de outras importantes políticas públicas”, reivindicou Gilmar.
“O desafio é grande e nós esperamos que toda a sociedade assuma conosco esse compromisso político de inclusão, de acessibilidade e garantia de direitos”, disse o parlamentar
Foto: Antônio Carvalho
O vereador Gilmar Santos (PT) participou, nesta quarta-feira (21), da 5ª Conferência Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, que aconteceu no SEST SENAT de Petrolina, com o tema “Não há controle social sem participação popular”. A Conferência faz parte da programação da Semana da Pessoa com Deficiência.
Enquanto professor e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Casa Plínio Amorim, Gilmar aproveitou o espaço para reafirmar seu compromisso com a construção de políticas públicas efetivas que garantam a inclusão, acessibilidade e respeito às pessoas com deficiência, ainda tão negligenciadas pelo Poder Público.
Foto: Antônio Carvalho
Na oportunidade, o parlamentar teceu críticas a respeito do atual (des) governo que tem promovido uma política de violência e exclusão dessas pessoas do meio social, negligenciando as diferenças e desrespeitado a dignidade e os direitos dessa população. Além disso, o vereador lembrou de todos os atentados que o atual presidente da República tem direcionado à comunidade.
“Essa população não pode ser sacrificada pelas deficiências do Estado, do Governo, pela negligência, pelo abandono. O presidente da república, enquanto era deputado, votou contra a convenção sobre os direitos da pessoa com deficiência, contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência (PL 7699/2006), e agora enquanto presidente apresenta e aprova uma Reforma da Previdência (PEC 6/2019) criminosa que sacrifica essa comunidade, e para piorar, manda fechar o Conselho Nacional Dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE). Então fica evidenciado a falta de compromisso e descaso desse governo para com essa população. O desafio é grande e nós esperamos que toda a sociedade assuma conosco esse compromisso político de inclusão, de acessibilidade e garantia de direitos”, afirmou.
Perante tantos desafios impostos por um governo irresponsável e descomprometido com a garantia efetiva dos Direitos Humanos, o parlamentar tem, junto ao seu Mandato Coletivo, se colocado a disposição da população de Petrolina para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e igualitária; lutando, principalmente, pelos seguimentos mais marginalizados.
“Com essa audiência pretendemos abrir um canal de diálogo que efetivamente apresente soluções para o problema”, disse o parlamentar
Foto: Hyarlla Wany
O vereador professor Gilmar Santos (PT) apresentou à Mesa Diretora, nesta terça-feira (20), o requerimento Nº240/2019 que solicita a realização de uma Audiência Pública para discutir a situação das localidades não atendidas pelo Correios no município de Petrolina.
Milhares de moradores do município,
principalmente das nossas periferias, vêm sendo prejudicados pela deficiência
dos serviços prestados pela Empresa Brasileira de Correios e
Telégrafos. O
requerimento surge diante de várias denúncias que vinham sendo feitas, tanto ao
gabinete de Gilmar, quanto a outros órgãos, entre eles a Defensoria Pública da
União, que se manifestou por meio de ofício, encaminhado pelo Defensor Público
Federal, Marcelo Pontes Galvão, com o objetivo de solicitar apoio para a
realização de uma audiência pública, na Casa Plínio Amorim, com a coordenação
conjunta da Defensoria Pública da União e da Câmara de Vereadores.
O requerimento solicita a participação
dos seguintes órgãos e entidades para debater e apresentar soluções para o problema:
Ministério Público Federal; Ministério Público do Estado de Pernambuco; Defensoria Pública do Estado de
Pernambuco; Prefeito Municipal de Petrolina; Secretaria Municipal de
Desenvolvimento Urbano e Habitação; Secretaria Municipal de Infraestrutura,
Mobilidade e Serviços Públicos; Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social
e Direitos Humanos; Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
De acordo com o parlamentar, “o serviço do Correios é uma reivindicação antiga dos moradores de diversas comunidades periféricas do nosso município e o nosso mandato assume essa luta para que a empresa sirva de forma adequado com qualidade a nossa população. Com essa audiência pretendemos abrir um canal de diálogo que efetivamente apresente soluções para o problema”.
* O requerimento foi aprovado por unanimidade
dos parlamentares presentes no plenário.
“É de fundamental importância que projetos dessa natureza, voltados para reflexões e debates relacionados às violências e desigualdades que atingem principalmente a população negra no nosso país sejam tratados nas nossas escolas”
Foto: Ângela Santana
O Mandato Coletivo do vereador professor
Gilmar Santos (PT) participou na manhã desta segunda-feira (19) da Gincana EREMPOSC
Contra a Violência, na Escola de Referência Em Ensino Médio
Professora Osa Santana de Carvalho, realizada pela Residência
Pedagógica em História da UPE – projeto de iniciação a docência.
De acordo com os residentes, “as palestras desta segunda tiveram por objetivo introduzir a temática da violência no cotidiano escolar, habilitando os estudantes a identificar os diferentes tipos de violência no processo de pesquisa para a gincana”.
Foto: Ângela Santana
Na ocasião, foram debatidos temas como violência contra mulher, violência contra a pessoa idosa e os animais, e o racismo, que foi ministrado por Gilmar Santos, que também é historiador. Na oportunidade, o professor deu uma verdadeira aula de história sobre o racismo no Brasil, traçando uma linha cronológica desde a colonização até os dias atuais.
Levar tais discussões para a escola, além de fortalecer o combate às violências de todos os gêneros – para além do espaço escolar- também implica a promoção de uma cultura de paz em defesa dos direitos humanos e de uma sociedade mais igualitária.
Foto: Ângela Santana
Para Santos, “é de fundamental importância que projetos dessa natureza, voltados para reflexões e debates relacionados às violências e desigualdades que atingem principalmente a população negra no nosso país sejam tratados nas nossas escolas. Compartilhar dessa atividade com as escolas Osa Santana e Humberto Soares evidencia o compromisso dos educadores em transformar a escola enquanto espaço de empoderamento e maior consciência dos nossos educandos em relação ao papel da educação para a superação dessa problemática. Ficamos muito felizes pelo convite e aproveitamos para parabenizar a gestão, os professores/as e aos estudantes pelo envolvimento nesse importante projeto”.