Ibope: Haddad avança ainda mais e chega a 22%; Bolsonaro estaciona com 28%

Mais uma vez, petista foi o que mais cresceu nas intenções de voto: foi de 19% para 22%, se isolou de Ciro Gomes (PDT), que manteve os 11% da última pesquisa, e se aproximou de Jair Bolsonaro (PSL), que parou nos 28%

Foto: Ricardo Stuckert

Nova pesquisa Ibope para a presidência divulgada na noite desta segunda-feira (24) mostra que o candidato do PT, Fernando Haddad, segue subindo nas intenções de voto. O petista, mais uma vez, foi o que mais cresceu: no último levantamento, da semana passada, ele tinha 19% e, agora, está com 23%. Já Jair Bolsonaro (PSL), que segue liderando, ficou com os mesmos 28% de intenções de voto da última pesquisa.

O terceiro lugar, Ciro Gomes (PDT), também não apresentou crescimento e manteve os mesmos 11% do último levantamento. Geraldo Alckmin (PSDB), oscilou dentro da margem de erro de 7% para 8% e Marina Silva (Rede), oscilou negativamente de 6% para 5%.

O Ibope entrevistou 2.506 pessoas entre 22 e 23 de setembro em 178 municípios. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Confira, abaixo, a íntegra do resultado do levantamento.

Jair Bolsonaro (PSL): 28%

Fernando Haddad (PT): 22%

Ciro Gomes (PDT): 11%

Geraldo Alckmin (PSDB): 8%

Marina Silva (Rede): 5%

João Amoêdo (Novo): 3%

Alvaro Dias (Podemos): 2%

Henrique Meirelles (MDB): 2%

Guilherme Boulos (PSOL): 1%

Cabo Daciolo (Patriota): 0%

Vera Lúcia (PSTU): 0%

João Goulart Filho (PPL): 0%

Eymael (DC): 0%

Branco/nulos: 12%

Não sabe/não respondeu: 6%

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Ibope: Haddad dispara, chega a 19% e se isola na segunda colocação

Mais uma vez, candidato do PT foi o que mais apresentou crescimento e atingiu um patamar, inclusive, mais alto que no último Datafolha. Bolsonaro oscilou 2 pontos e os demais candidatos apresentaram quedas ou se mantiveram estáveis

Foto: Divulgação/Coligação “O Povo Feliz de Novo”

Nova pesquisa eleitoral do Ibope para a presidência divulgada nesta terça-feira (18) confirma a curva ascendente de Fernando Haddad (PT), oficializada há exatamente uma semana. O novo levantamento mostra, novamente, que o petista foi o que mais apresentou crescimento com relação à última pesquisa, chegando aos 19% e se isolando na segunda colocação. No estudo anterior, Haddad tinha 8% – cresceu 11 pontos em 7 dias.

O primeiro colocado, Jair Bolsonaro (PSL), oscilou 2 pontos, dentro da margem de erro, com relação à última pesquisa e agora aparece com 28%. Ciro Gomes (PDT), que estava tecnicamente empatado com Haddad em segundo lugar, se manteve estável e, agora, diante do crescimento do petista, figura na terceira colocação, com 11%. Geraldo Alckmin (PSDB) aparece na nova pesquisa em quarto lugar com 7% e Marina Silva (Rede) em quinto, com 6%.

A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos.

Confira a lista completa

Jair Bolsonaro (PSL): 28%

Fernando Haddad (PT): 19%

Ciro Gomes (PDT): 11%

Geraldo Alckmin (PSDB): 7%

Marina Silva (Rede): 6%

Alvaro Dias (Podemos): 2%

João Amoêdo (Novo): 2%

Henrique Meirelles (MDB): 2%

Cabo Daciolo (Patriota): 1%

Vera Lúcia (PSTU): 0%

Guilherme Boulos (PSOL): 0%

João Goulart Filho (PPL): 0%

Eymael (DC): 0%

Branco/nulos: 14%

Não sabe/não respondeu: 7%

O Ibope ouviu 2.506 eleitores entre os dias 16 e 18.

Confirmação de tendência

A tendência de evolução na candidatura de Fernando Haddad (PT) já havia se manifestado no último levantamento Datafolha, divulgado na sexta-feira (14). O petista tinha sido o candidato que mais cresceu nas intenções de voto. Ele tinha pulado de 9% para 13%, chegando ao mesmo índice de Ciro Gomes (PDT), que, no entanto, se manteve estável.

Jair Bolsonaro (PSL) aparecia em primeiro, subindo de 24% para 26%. Nas demais colocações, Geraldo Alckmin (PSDB) atingiu 9%; Marina Silva (Rede), 8%; Álvaro Dias (Podemos): 3%; Henrique Meirelles (MDB): 3%; João Amoêdo (Novo): 3%; Cabo Daciolo (Patriota): 1%; Guilherme Boulos (PSOL): 1%; Vera Lúcia (PSTU): 1%; João Goulart Filho (PPL): 0%; Eymael (DC): 0%; Branco/nulos: 13%; Não sabiam/não responderam: 6%.

A pesquisa foi feita entre quinta (13) e sexta-feira (14), com 2.820 eleitores, e a margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos.

Ibope anterior

O crescimento de Haddad já podia ser notado na última pesquisa Ibope, do dia 11.  O levantamento anterior apontou que Jair Bolsonaro (PSL) estava em primeiro, com 26%; Ciro Gomes (PDT), com 11%; Marina Silva (Rede), 9%; Geraldo Alckmin (PSDB), 9%; Fernando Haddad (PT), que até a manhã do dia da divulgação da pesquisa ainda não havia sido oficializado como candidato, subiu de 6% para 8% e foi o único, além de Bolsonaro, que apresentou crescimento. Em síntese: Ciro, Marina, Alckmin e Haddad estavam empatados tecnicamente em segundo lugar, pela margem de erro.

Demais colocações: Alvaro Dias (Podemos): 3%; João Amoêdo (Novo): 3%; Henrique Meirelles (MDB): 3%; Vera Lúcia (PSTU): 1%; Cabo Daciolo (Patriota): 1%; Guilherme Boulos (PSOL): 0%; João Goulart Filho (PPL): 0%; Eymael (DC): 0%; Branco/nulos: 19%; Não sabiam/não responderam: 7%.

 

 

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Quando apontado como candidato de Lula, Haddad assume segundo lugar, diz XP/Ipespe

Haddad atinge 14% das intenções de votos quando identificado como o candidato apoiado por Lula

Lula e Haddad. Foto: Ricardo Stuckert

Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (7) mostra o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) atingindo 14% das intenções de votos quando identificado como o candidato apoiado por Lula. A transferência de votos do ex-presidente ao seu vice é de 35%, suficiente para alcançar a segunda posição da disputa, a 6 pontos percentuais do líder Bolsonaro, e em empate técnico no limite da margem de erro com Ciro Gomes, que aparece com 10% nesta simulação alternativa.

O levantamento com Haddad tendo apoio de Lula. Foto: XP/Ipespe

O levantamento foi a campo após cinco dias de campanha no rádio e na televisão. O deputado Jair Bolsonaro (PSL) mantém a liderança da corrida presidencial com 23% das intenções de voto, mesmo patamar registrado no levantamento anterior, mas a sua rejeição subiu a 62%.

Apesar de deter cerca de 40% do horário de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, Alckmin aparece com apenas 8% das intenções de votos. Para alguns analistas políticos, Alckmin agora também deverá enfrentar dificuldades para reconquistar apoio de antigos eleitores tucanos que hoje declaram apoio a Bolsonaro, após ataque sofrido pelo parlamentar ontem, em Juiz de Fora (MG). O parlamentar é o principal herdeiro do desencanto de eleitores antilulistas com o PSDB.

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